Não posso escapar à dor que o sol me causa
Encurralando-me entre as trevas
Onde toda a minha esperança se esvanece
Subjugado pelo medo tento ser forte
Por cada espinho cravado no meu coração
Sinto uma dor que me relembra a fé
E o som da tua voz guia-me na angústia
Acolhe-me no meu acordar
Abraça-me
Tal como te abraças à vida
Dando vida às nossas lágrimas
Unindo a nossa dor
Quero acordar com o sol no meu rosto
E o calor a invadir-me o ser
Como um caminho entre a escuridão
Em direcção ao teu calor
Talvez anseie atravessar os portões do paraíso
Usando esta paixão vinda das trevas
Como chave para fora do pesadelo
Entrada para aquilo a que chamam amor
Ama-me
Tal como amas o sol
Escoando o sangue
No meu coração negro
4 comentários:
Bemmmmmm............. este To e msm sinistro.... principalmente as ultimas quadras, mas apesar de eu nao gostar de poesia tenho de ser simpatica, ele tem msm jeito pa isto... Parabens e força ai... Bjx gand e fica bem...
Devo dizer q entendi o poema... alias, se nem m tivesses falado em outras coisas eu ja teria entendido. Enfim, sao coisas, e momentos da vida...o proximo de certeza q sera diferente....e quem sabe, com outro tema??
TÓ ta lindo.. mais palavras pa kê?****bjokas grandes*tininha (cristina)
Pois é, e tu lá queres que eu venha cá assinar!!! Depois de tanto insistires eu digo-te mais uma vez que tens muito jeitito, mas sabes que para esta altura do campeonato estas tuas poesias melancólicas não são bem aquilo que eu devo ler, por isso tens que começar a escrever assim... umas coisas Alegres! tás a ver??? lololol Jitossss e porta-te bem
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