
Sentimentos, aventuras, pensamentos, histórias, poemas, ideias e escrita caseira...
sábado, janeiro 24, 2009
sábado, janeiro 17, 2009
BELEZA NEFASTA

Ergue-te sol negro
Por entre os céus ensanguentados
Ilumina o mundo inteiro
Com a tua obscuridade
Faz com que as tuas trevas brilhem
No rosto da humanidade
Banha-nos com os teus raios sombrios
Reduz as lendas a pó
Erradia a beleza da melancolia
Condena todos os amantes
E esquarteja a inspiração dos poetas
Para que a apatia seja rainha
Sol negro
Beleza nefasta
Transforma o futuro em esquecimento
Para que a esperança não seja lembrada
Por entre os céus ensanguentados
Ilumina o mundo inteiro
Com a tua obscuridade
Faz com que as tuas trevas brilhem
No rosto da humanidade
Banha-nos com os teus raios sombrios
Reduz as lendas a pó
Erradia a beleza da melancolia
Condena todos os amantes
E esquarteja a inspiração dos poetas
Para que a apatia seja rainha
Sol negro
Beleza nefasta
Transforma o futuro em esquecimento
Para que a esperança não seja lembrada
sábado, janeiro 10, 2009
DIAS DE FRIO
O frio é a ausência de calor
Já não sinto frio
Tornou-se intenso demais
Agora sinto espadas afiadas
Que me trespassam em agonia
Laminas que cortam a minha carne
O ódio é a ausência de amor
O amor já não é quente
Tornou-se um sonho esquecido
Agora o meu coração gelou
Já não bombeia sentimentos
Erradia frio como um sol invertido
O caos é a ausência de ordem
Lentamente perco a sanidade
Não consigo combater a dor gelada
Deixo-me ir com o esquecimento
O mesmo que levou a memória do calor
E deixou o gelo parar-me a alegria
A dor é a ausência de calor
O mundo pereceu gelado
Numa devastação gritante
Eu pereci com o mundo
Trespassado por laminas de frio
Com a alma a lamentar-se…
Tornou-se intenso demais
Agora sinto espadas afiadas
Que me trespassam em agonia
Laminas que cortam a minha carne
O ódio é a ausência de amor
O amor já não é quente
Tornou-se um sonho esquecido
Agora o meu coração gelou
Já não bombeia sentimentos
Erradia frio como um sol invertido
O caos é a ausência de ordem
Lentamente perco a sanidade
Não consigo combater a dor gelada
Deixo-me ir com o esquecimento
O mesmo que levou a memória do calor
E deixou o gelo parar-me a alegria
A dor é a ausência de calor
O mundo pereceu gelado
Numa devastação gritante
Eu pereci com o mundo
Trespassado por laminas de frio
Com a alma a lamentar-se…
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