
O teu corpo transpirado
Vibra sobre o meu
Suando prazer
Os teus dentes sedentos
Mordendo os lábios rubros
Os teus olhos vidrados
Esquecidos na luxúria
A tua respiração forte
Como um cavalo a galope
A tua pele despida
Expondo as tuas curvas
Como pinceladas num quadro
De um pintor cheio de arte
Inspirado pela beleza nua
Que de ti erradia
Num calor carnal
Que emana do teu intimo
Como um sol escaldante
As tuas ancas dançam
Entre gemidos e suspiros
Movimentos agitados
Nesse instante animal
Não escondes o que és
Mulher ávida de desejo
Matando a fome obscena
Num momento livre
Cheio de ânsia carnal…
…
E enquanto explodes
Que se faça silêncio no mundo
Pois manda o pudor que nada seja dito…
Vibra sobre o meu
Suando prazer
Os teus dentes sedentos
Mordendo os lábios rubros
Os teus olhos vidrados
Esquecidos na luxúria
A tua respiração forte
Como um cavalo a galope
A tua pele despida
Expondo as tuas curvas
Como pinceladas num quadro
De um pintor cheio de arte
Inspirado pela beleza nua
Que de ti erradia
Num calor carnal
Que emana do teu intimo
Como um sol escaldante
As tuas ancas dançam
Entre gemidos e suspiros
Movimentos agitados
Nesse instante animal
Não escondes o que és
Mulher ávida de desejo
Matando a fome obscena
Num momento livre
Cheio de ânsia carnal…
…
E enquanto explodes
Que se faça silêncio no mundo
Pois manda o pudor que nada seja dito…
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